Dra. Kalline Carvalho Dermatologista · CRM 6057 RN · RQE 2385

Transplante capilar em Natal.

Ver o cabelo mais ralo no espelho pesa. Antes de qualquer decisão sobre transplante, a Dra. Kalline investiga por que os fios estão caindo e o que é possível fazer no seu caso.

Agendar avaliaçãoConsulta com hora marcada, em Natal.
Dra. Kalline Carvalho em retrato frontal, sorrindo, com roupa verde e as mãos entrelaçadas.

Cuidado em cada etapa.

Do diagnóstico da queda aos retornos do primeiro ano depois do transplante.

Entenda a avaliação
Dra. Kalline Carvalho de perfil, sorrindo, em retrato próximo.

O transplante começa a ser decidido no diagnóstico.

Na consulta, a Dra. Kalline ouve a sua história, examina o couro cabeludo e faz a tricoscopia, um exame com lente de aumento que mostra o calibre dos fios e sinais de afinamento que não aparecem a olho nu. Se o quadro não ficar claro, ela pode pedir uma biópsia.

O que a consulta precisa responder

  • Por que o cabelo está caindo?

    Alopecia androgenética, eflúvio, queda por tração e alopecias cicatriciais pedem caminhos diferentes. Algumas precisam ser tratadas ou estabilizadas antes de qualquer cirurgia. Outras, como certos tipos de eflúvio, podem melhorar sem transplante.

  • Quanto a área doadora permite?

    Os fios usados no transplante saem de uma reserva limitada. Planejar bem é decidir o que usar agora e o que guardar para o futuro.

  • O que esperar no seu caso?

    Com o diagnóstico feito e a área doadora avaliada, dá para conversar com clareza sobre o que o transplante pode e o que não pode fazer por você.

A consulta pode terminar com indicação de transplante, de tratamento clínico ou só de acompanhamento. Nem toda queda de cabelo precisa de cirurgia.

Como agendar

Por que tratar a queda antes de operar.

O transplante leva fios da área doadora para as regiões com falha. Ele não impede que os fios que já estavam ali continuem caindo.

Por isso, quando a queda está ativa, a Dra. Kalline costuma propor tratamento clínico antes da cirurgia, em geral de três a seis meses, quando é possível esperar. O objetivo é proteger os fios que você ainda tem e a reserva da área doadora. O prazo muda de pessoa para pessoa.

Nas alopecias cicatriciais, como a frontal fibrosante, essa etapa não pode ser pulada:

“Precisamos estabilizar a alopecia antes do transplante.” Dra. Kalline Carvalho

Como o plano é montado

  1. Diagnóstico

    Consulta, exame do couro cabeludo e tricoscopia. Biópsia, se for preciso.

  2. Preparo

    Tratamento clínico quando a queda está ativa ou quando a alopecia precisa ser estabilizada.

  3. Cirurgia

    Se houver indicação, áreas, técnica e tipo de raspagem são definidos a partir da área doadora.

  4. Acompanhamento

    Primeira lavagem no consultório e retornos ao longo do primeiro ano.

Da investigação da queda ao acompanhamento após o transplante.

Entenda o acompanhamento
Retrato da Dra. Kalline Carvalho, de pé, com óculos e roupa branca.
Médica · CRM 6057 RN · RQE 2385

Dra. Kalline Carvalho.

Médica em Natal, com atuação em transplante capilar e no tratamento da queda de cabelo.

Formada em Medicina pela UFCG, fez residência em Clínica Médica e em Dermatologia, esta pela UNIFESP. Antes do transplante capilar, atuou em cirurgia oncológica e pequenos procedimentos. Hoje atende em Natal, do diagnóstico da queda ao acompanhamento depois da cirurgia.

Formação e trajetória

Medicina
Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), 2009
Residência em Clínica Médica
Hospital Central Coronel Pedro Germano (HCCPG)
Residência em Dermatologia
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Membro da SBD
Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar
Membro da ABCRC
Como agendar

Transplante capilar, de barba e de sobrancelhas.

Além do couro cabeludo, a Dra. Kalline faz transplante de barba, bigode, sobrancelhas e áreas de cicatriz. Em todos os casos, a indicação depende do diagnóstico e da área doadora.

  • Couro cabeludo e linha frontal

    Transplante masculino e feminino nas áreas com falha e na linha frontal. O desenho da linha frontal é planejado com você, dentro do que a área doadora permite hoje e no futuro.

  • Barba, bigode e sobrancelhas

    Para preencher falhas nessas regiões. Os pelos do rosto crescem em ângulo e direção próprios, e cada fio implantado precisa seguir esse desenho para o resultado parecer natural.

  • Cicatrizes e transplantes anteriores

    Áreas de cicatriz podem receber fios quando a pele permite. Em casos selecionados, a Dra. Kalline também avalia a correção de transplantes feitos antes.

Ilustração da técnica FUE: extração individual de uma unidade folicular da área doadora e implantação com um implanter na área receptora.

FUE com raspagem total, parcial ou sem raspar.

Na FUE, as unidades foliculares (grupos de um a quatro fios que nascem juntos) são retiradas uma a uma da área doadora e implantadas na região planejada. Para implantar, a Dra. Kalline usa o implanter, um instrumento em forma de caneta que coloca cada unidade diretamente no couro cabeludo, técnica conhecida como DHI.

O procedimento pode ser planejado com:

  • Raspagem total
  • Raspagem parcial
  • Sem raspagem

A opção sem raspar depende do tamanho da área e de condições técnicas. Ela não serve para todos os casos e não garante que ninguém vai perceber a cirurgia.

A FUE não deixa uma cicatriz em linha, mas cada fio retirado deixa um ponto mínimo de cicatrização na área doadora. Técnica, limites e riscos são conversados na consulta. Nenhuma técnica garante resultado.

Agendar avaliação

Antes e depois. Cada história é única.

Explore as comparações para visualizar mudanças na cobertura dos fios, sempre respeitando as características de cada pessoa.

Simulações ilustrativas geradas por IA. Não são fotografias de pacientes nem resultados da Dra. Kalline.

Estas imagens não são garantia de resultado. São simulações educativas, com pessoas fictícias e sem identificação. Os resultados reais variam conforme diagnóstico, área doadora, características dos fios, resposta individual e acompanhamento. A avaliação médica é indispensável.

Dúvidas sobre transplante capilar.

Respostas gerais. A indicação para o seu caso só sai da consulta.

Como saber se o transplante capilar é indicado para mim?

Pela consulta. A Dra. Kalline cruza três informações: o que está causando a queda, quantos fios a área doadora tem e o que você espera do resultado. Às vezes a resposta é operar. Às vezes é tratar antes, ou não operar.

Vale esperar a queda avançar ou fazer o transplante agora?

Depende de a queda estar ativa ou estável e de quanto a área doadora permite. Quando a queda está ativa, a Dra. Kalline costuma tratar antes, em geral de três a seis meses, quando é possível esperar. Operar cedo demais pode gastar fios da reserva em uma área que ainda vai mudar. Não existe um prazo único.

Transplante capilar dói?

O processo costuma ser tranquilo. A cirurgia é feita com anestesia local e, na maioria dos casos, a pessoa fica acordada. O momento que mais incomoda é a aplicação da anestesia, nos primeiros minutos. Depois que ela faz efeito, o couro cabeludo fica dormente. Nos dias seguintes, você segue medicado, com as orientações da médica, para reduzir o incômodo. É comum ter um pouco de inchaço, sensibilidade e casquinhas na área tratada.

Quanto tempo dura a cirurgia?

Em geral, de quatro a oito horas. O tempo depende da quantidade de fios a transplantar e da área planejada.

É preciso raspar todo o cabelo?

Não necessariamente. A FUE pode ser feita com raspagem total, parcial ou sem raspar. A escolha depende do tamanho da área, das características dos fios e do planejamento. Sem raspar não é possível em todos os casos.

O que é a área doadora?

É a região de onde saem os fios para o transplante, geralmente a parte de trás e as laterais da cabeça, onde os fios costumam resistir mais à calvície. O fio retirado dali não volta a crescer no mesmo lugar, então a reserva é finita e entra no planejamento desde a primeira cirurgia.

Quando o cabelo transplantado começa a crescer?

Entre duas e oito semanas depois da cirurgia, os fios transplantados costumam cair. Isso é esperado: a raiz continua no couro cabeludo. Por volta do terceiro mês, o cabelo pode parecer até mais ralo que antes. A maioria das pessoas começa a ver o resultado entre seis e nove meses, e em alguns casos leva cerca de um ano. No topo da cabeça, o tempo pode ser maior.

Mulheres podem fazer transplante capilar?

Sim. O transplante feminino faz parte da atuação da Dra. Kalline. Na mulher, a queda costuma ser mais espalhada e pode ter várias causas, então o diagnóstico e a avaliação da área doadora pesam ainda mais na indicação.

Como funciona o acompanhamento depois do transplante?

A primeira lavagem é feita no consultório, e os retornos se estendem pelo primeiro ano, com ajuste do tratamento clínico. Depois vem a manutenção.

Como agendar a consulta?

Pelo WhatsApp (84) 99601-0800, você combina dia e horário com a equipe. A conversa por mensagem não substitui a consulta: diagnóstico e indicação só acontecem na avaliação.

Conteúdo informativo. Referências gerais: American Academy of Dermatology e International Alliance of Hair Restoration Surgeons. Informações sobre o atendimento não substituem a consulta.

Pensando em transplante capilar? Comece pela avaliação.

Se você ainda não sabe se é hora de operar, tratar antes ou esperar, leve essa dúvida para a consulta.

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Consulta com hora marcada

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Sala 2405 · Natal, RN
Como chegar

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